terça-feira, 20 de novembro de 2018

A CORAGEM DE SER IMPERFEITO - RESENHA




O livro “A coragem de ser imperfeito” de Brené Brown chegou às minhas mãos neste último feriadão da Proclamação da República, o título me instigou para iniciar a leitura e ele se desvelou rapidamente, primeiro por ser o que realmente preciso ouvir (ler) e pelo fato de que todos precisam lê-lo, por isso a postagem.

Pesquisadora e contadora de histórias, como ela mesma se intitula, Brené trouxe sua pesquisa sobre vulnerabilidade, vergonha e a autorealização. A proposta do livro foi construída de forma fantástica, num estudo qualitativo a escritora expôs que podemos mostrar nossa ousadia de sermos imperfeitos neste mundo, tirando nossas armaduras e desvendando nossas escolhas de inovação e criatividade. “A vulnerabilidade não é fraqueza, é verdade e coragem.”

O livro nos direciona a como seguir em frente, somos falhos e imperfeitos em tudo o que fazemos, “O perfeccionismo é autodestrutivo simplesmente porque a perfeição não existe”, então devemos ser plenos dando o melhor de si. Li as páginas dos livros com os olhos embargos, pois a cada parágrafo passava o filme da minha vida na minha cabeça, o quanto que sou vulnerável, quantas coisas deixei de fazer pensando no que as pessoas iriam pensar de mim ou das minhas atitudes.  A aparência física é um dos principais empecilhos, vulnerabilidades, vergonha que tenho, a couraça pesada da vergonha da aparência me impediu de conhecer a mim mesma e de me deixar ser conhecida pelos outros. Os estudos e o trabalho tornaram-se a falsa proteção para me acolher e silenciar me deixando exaustiva com as minhas imperfeições.

“Somente quando temos coragem suficiente para explorar a escuridão, descobrimos o poder infinito de nossa própria luz.”

“É necessário superar a vergonha para chegar à vulnerabilidade.”

“O maior crítico que enfrentamos somos nós mesmos, mas a vergonha extrai o poder de explanarmos.”

Ao chegar nestes trechos do livro minha mãe me criticava no andar de baixo da casa pelo fato de não conseguir retornar ao mercado de trabalho, ela sempre foi do contra nos meus estudos, para ela é só gasto de dinheiro, agora mais ainda por não conseguir recolocação profissional. Entretanto, nunca me imaginei com um Ensino Superior, me vi realmente boa em algo que me fazia feliz, portanto coloquei a armadura da vergonha da minha mãe em não me apoiar e explorei a escuridão, a resiliência tornou-se diária já que o único crítico que devemos temer somos nós mesmos.

“A ousadia é a coragem para continuar firmes na arena da vida”. Se ficarmos escutando as pessoas em nossa volta nunca seremos realizados, por mais que essas pessoas nos amem, apenas nos sabemos o caminho que queremos trilhar e chegar, a ousadia de lutarmos por nosso ideais atrofia a vergonha. Para isso, devemos ser vulneráveis para expandir nossa criatividade, nosso poder de inovação, motivação, produtividade e confiança. Aceitar as dores e as situações não é simples, porém, quando você têm planos e quer que as coisas caminhem do seu jeito porque você acredita neles é possível. A solidão é outro ponto forte do livro que visualizei e trouxe na minha vida, fui muito magoada pelos companheiros do passado, amigos e conhecidos, a armadura da vergonha me apresentou que devemos ter empatia por nos mesmos e aceitar as escolhas não só de você, como também dos outros.

Quando finalizei o livro percebi que cresci um pouco mais sem me mexer, os capítulos me desvendaram que só depende de nós para sermos nossas realizações e deixar de lado o que os outros pensam. Defini o que o livro me ensinou em um pequeno texto: “A sua história não está escrita totalmente, se você quer crescer profissionalmente, deixar de ser garçonete, melhorar de vida, poder viajar ao invés de trabalhar nas férias dependerá de suas atitudes, quer fazer seu nome por seus esforços, sem depender de ninguém, ser reconhecida ao invés de ignorada, dependera de suas atitudes, da sua vulnerabilidade.”




Sobre o livro:
Título: A coragem de ser imperfeito
Autora: Brené Brown
Número de páginas: 164
Editora: Sextante

OBRIGADA POR LEREM!!!!!!!!!!!!!!
     

domingo, 4 de novembro de 2018

MINAS GERAIS - DIAMANTINA




A formação do município está intrinsecamente ligada à exploração do ouro e do diamante. Por volta de 1722, começou o surgimento do povoado, sempre seguindo as margens dos rios que eram garimpados. A partir de 1730, ainda com uma população flutuante, o Arraial do Tejuco foi se adensando.
Construída em um sítio íngreme, possui traçado urbano sinuoso, formado por ruas estreitas com calçamento em pedra. A morfologia urbana de Diamantina foi inspirada nas cidades medievais portuguesas. Na área central da cidade encontramos uma parte plana, de pedras acinzentadas;
A tipologia comum é a colonial, havendo poucos exemplos de construções neoclássicas, ecléticas ou neocoloniais. A arquitetura moderna está representada por três obras de Oscar Niemeyer, da década de 1950. Encravada na inóspita Serra do Espinhaço. Diamantina é um exemplo vivo de arquitetura colonial de linhas e formas suaves, adaptadas aos trópicos.

Nota-se o uso de elementos que remetem à arquitetura portuguesa influenciada pela árabe, como muxarabis e treliças nas janelas e varandas.
Em 1938, o conjunto arquitetônico do centro histórico da cidade foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, e, em 1999, foi reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial.


CAMINHO DOS ESCRAVOS


É uma estrada construída a árduas penas pelos escravos, usada para escoar mercadorias e diamantes. Tem início no Mercado dos Tropeiros, onde há uma placa indicando que o percurso é de 20 km e o tempo estimado para caminhada é de oito horas. Atravessa o Parque Estadual do Biribiri e termina no Distrito de Medanha. É recomendável o acompanhamento de um guia.

CASA DE JUSCELINO KUBITSCHEK


O espaço é composto por dois casarões, separados por um pátio onde ele viveu com a mãe e a irmã.


CASA DA GLÓRIA

CASA DA GLÓRIA - ESTILO COLONIAL



Uma rica senhora adquiriu o casarão em frente ao bordel da cidade e como tinha a intenção de fundar aí uma escola para moças, comprou também o bordel e construiu o passadiço para que as moças não passassem pela rua.




O passadiço foi projetado pelo arquiteto John Rose e inspirado na “Ponte dos Suspiros” da cidade de Veneza. Esse mesmo arquiteto foi responsável pelo projeto de outras edificações de Diamantina.


CATEDRAL DE SANTO ANTÔNIO DA SÉ

ESTILO COLONIAL




Erguida em 1854 e demolida em 1930, construiu-se outra no lugar em 1940 elevando- se para catedral.




IGREJA NOSSA SENHORA DO CARMO



O frontispício obedece ao sistema construtivo tradicional da arquitetura religiosa da região em madeira e adobe.


Há duas versões para o fato da torre ter sido construída na parte de trás da igreja: esta alteração permitiria que Chica da Silva frequentasse as missas, já que imperava uma lei que proibia os negros de irem "além das torres", ou a mudança teria sido um pedido da própria Chica, que não queria que o barulho dos sinos chegasse até sua casa.


 

BASÍLICA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

ESTILO NEOGÓTICO
Sua construção iniciou-se em 1884 e foi concluída em 1889. Projetada pelo padre Júlio Clevelin, tem estilo neo-gótico e se destaca por ser a única da cidade construída com pedras de cantaria.




Possui em seu interior vitrais franceses coloridos, a mesa do altar-mor, embora pareça ser de madeira, é toda em pedra sabão.




CASA CHICA DA SILVA

ESTILO COLONIAL

Por falta de documentação, desconhece-se a época precisa que foi construída. Chica da Silva viveu, provavelmente entre os anos 1763 e 1771.

As divisões internas da casa são de pau-a-pique, os pisos em tábuas largas e os forros em esteira ou madeira, sacadas com treliça nas janelas e ampla varanda fechada por treliça.




OBRIGADA POR LEREM!!!!!!!!!!!!!!




MINAS GERAIS - CONGONHAS





Situado a setenta quilômetros de Belo Horizonte, Congonhas possui um expressivo conjunto de riqueza barroca do maior artista do gênero no Brasil: Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido pelo apelido Aleijadinho. Antes de ser a "Cidade dos Profetas", Congonhas foi e ainda é um grande centro de peregrinação.


BASÍLICA BOM JESUS DE MATOSINHO


Patrimônio Mundial declarado pela Unesco em 1985, é um dos maiores tesouros da arte barroca, construído entre 1757 e 1790. 
No adro da basílica, os 12 profetas em pedra-sabão foram esculpidos por Aleijadinho e seus auxiliares entre 1800 e 1805. Na parte interna, a igreja abriga relicários também talhados por ele, rica decoração rococó e pintura do teto assinada por Mestre Ataíde.


Rocalhas e cabeças de querubins rodeiam um medalhão onde foram inscritos os símbolos da Paixão de Cristo. No nível superior se abrem dois janelões com balaustrada e verga em arco abatido.
A pintura do teto da capela-mor foi realizada entre 1773 e 1774 mostrando o sepultamento de Jesus. 


As estátuas quase em tamanho natural e dispostas harmoniosamente no átrio da igreja possuem características em comum, tais como, cabelos encaracolados, olhos mongóis e maçãs no rosto, que são uma marca do Aleijadinho, umas foram totalmente esculpidas pelo artista, outras parcialmente.
Para identificar aquelas esculpidas pelo próprio Aleijadinho, os estudiosos se basearam no acabamento, na simetria e na perfeição dos traços para identificá-los. Os Profetas esculpidos por seus discípulos apresentam erros de proporção e traços grosseiros em determinadas partes.



IGREJA SÃO JOSÉ DO OPERÁRIO

A última a ser construída em Congonhas, por volta de 1817 possui torres e fronstipício arredondadas e portais trabalhados e entalhes neoclássicos.

IGREJA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO


A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição é parte dessa época e nela se encontram várias fases do barroco, apresenta o frontispício de Aleijadinho datada de 1749.
A fachada da Igreja Matriz foi construída em estilo jesuítico do século XVIII, com duas torres, frontais com voluta e sineira, ligadas ao corpo da igreja.


A nave da Matriz de Nossa Senhora da Conceição é uma das maiores de Minas, e forma um só corpo, sem corredor, balaustrada em jacarandá. 

MUSEU DE CONGONHAS


Localizado ao lado do Santuário do Bom Jesus de Matosinho, com estilo moderno, todo branco com detalhes de concreto aparente, destoa do restante do cenário que remete ao período colonial brasileiro.

SOLAR DA INTENDÊNCIA – PEFEITURA


ESTILO ECLÉTICO





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MINAS GERAIS - TIRADENTES





Fundada no início do século XVIII, Tiradentes possui aproximadamente sete mil habitantes e oferece infraestrutura completa para o turismo: restaurantes, ponto de táxi, serviço de informações, farmácias, posto de gasolina e lojas de artesanato. Dados de 2007 indicam que a cidade possui mais de 150 pousadas e hotéis, com opções para quem viaja sozinho, casais, famílias e grupos.
Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o conjunto arquitetônico e natural de Tiradentes permanece quase inalterado.  A maior parte do conjunto de edificações históricas coloniais, tanto as civis quanto as religiosas, são das primeiras décadas do século XVIII.

IGREJA MATRIZ DE SANTO ANTÔNIO

No estilo Barroco é a segunda com a maior quantidade de ouro 480kg, a primeira fica em Salvador, datada de 1710;
O conjunto da fachada é limitado por graciosas curvas de ornatos tipicamente barrocos. O frontão termina encimado por uma bela cruz. Um Relógio de Sol ornamenta a fachada da bela igreja e que acabou por tornar-se o símbolo da Cidade de Tiradentes.  Não é de sua autoria a fachada original, mas ela foi modificada em 1810 a partir de um risco encomendado a Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho.


O púlpito, todavia é simples, mas encimado por rico trabalho de ornamentação. A balaustrada inferior que separa a capela-mor dos altares laterais é considerada bastante original, pois em vez de ser torneada, como era comum, é entalhada em madeira em caprichoso desenho.
No interior, ainda temos o teto com forro em madeira pintada, o púlpito, o trabalho em marcenaria das talhas e a prevalência de cores escuras e douradas na decoração, com muitos ornamentos característicos do estilo. Além de possuir um órgão importado de Portugal, possui também o piso marcado com as antigas covas, onde foram enterrados nobres e pessoas importantes da igreja. No lado de fora, ainda encontra-se um cemitério e, atrás dela, o acesso ao beco das almas.


CAPELA COM FRONTÕES TRIÂNGULARES 

SANTO ANTÔNIO DO CANJICA

SÃO FRANCISCO DE PAULA
São as igrejas Santo Antonio do Canjica, São Francisco de Paula e São João evangelista. As três possuem características similares, com o frontão triangular de coroamento fazendo o acompanhamento do caimento das águas do telhado, o corpo central elevado, um óculo e alas laterais mais baixas e simétricas onde estão os sinos. Todas essas igrejas possuem forte influência das capelas rurais portuguesas e um programa arquitetônico simples: nartéx, coro, capela-mor e sacristia, sendo os aposentos de forma retangular com pouca ornamentação e podendo ter corredores ou capelas laterais.
SÃO JOÃO EVANGELISTA

IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS


Nossa Senhora do Rosário é o melhor exemplar em frontões curvilíneos, sendo ela a mais elaborada e tendo em seu interior um altar-mor esculpido em madeira policromada, o púlpito em granito e madeira e a pintura do teto representando a vida de Nossa Senhora do Rosário.


A pintura no teto é Nossa Senhora dando o Rosário a São Domingos que tem junto São Francisco.






CHAFARIZ SÃO JOSÉ


Essa obra constitui-se numa grande curiosidade dos tempos coloniais, pois além de interessante do ponto de vista dos belos e sóbrios ornatos, é talvez o único que servia a múltiplas finalidades: fornecimento de água potável (já que não havia água encanada), bebedouro de animais, lavanderia e até mesmo oratório público, já que ostenta em seu centro um harmonioso frontispício com um nicho envidraçado com uma imagem de São José de Botas, feita no século XVIII, em terracota, em seu interior.



PREFEITURA DE TIRADENTES
ESTILO COLONIAL


MUSEU CASA PADRE TOLEDO
ESTILO ROCOCÓ

Teto do quarto do padre retratando os cinco sentidos. Cada plano representa um sentido, ilustrado com personagens da cultura greco-romana, tema essencialmente hedonista, ou seja, voltado aos prazeres do mundo, em uma concepção de prazer ligada à noção de felicidade.



SALA DOS ESPELHOS




Teto da sala dos Espelhos. Podemos observar as rocalhas (formas de concha) e as volutas (voltas em forma de "C" e "S"), elementos centrais no rococó.


Escultura rococó de madeira do século XIX intitulada "O Salvador".


A peça exposta temporariamente no Museu Casa Padre Toledo.












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MINAS GERAIS - SÃO JOÃO DEL REI





Minas Gerais é uma das 27 unidades federativas do Brasil, localizada na Região Sudeste do país, sendo o quarto estado com a maior área territorial e o segundo em quantidade de habitantes.

DADOS DEMOGRÁFICOS
Área
586.528 km²
Capital
Belo Horizonte
População
20,87 milhões (2015)

Em virtude de suas belezas naturais e de seu patrimônio histórico, Minas Gerais é um importante destino turístico brasileiro. O povo mineiro possui uma cultura peculiar, marcada por manifestações religiosas tradicionais e culinária típica do interior.
Boa parte da história do atual estado de Minas Gerais foi determinada pela exploração da grande riqueza mineral que se encontra em seu território. Seu nome, inclusive, provém da larga quantidade e variedade das minas presentes, que passaram a ser exploradas desde o século XVII e até os dias atuais movimentam uma fração importante da economia do estado.

CIDADES HISTÓRICAS
o   Caeté;
o   Congonhas;
o   Coronel Xavier Chaves;
o   Diamantina;
o   Mariana;
o   Grão-Mogol - (Cidade Imperial);
o   Ouro Preto - (Cidade Imperial e Patrimônio Mundial);
o   Prados;
o   Resende Costa;
o   Sabará;
o   Sacramento (Desemboque);
o   Santa Barbara;
o   São Gonçalo do Rio Preto;
o   São João del-Rei;
o   Serro (Milho Verde);
o   Tiradentes;



SÃO JOÃO DEL REI



A cidade é um cenário perfeito para ser contemplado: uma mistura de estilos arquitetônicos, do barroco ao colonial, moderno e eclético, está nas tradicionais ruas antigas, nas centenárias igrejas e casas coloniais.
De um simples arraial do século 18, o município evoluiu para um pólo comercial relevante em Minas Gerais e, hoje, está focado no Turismo. Uma das maiores atrações é o carnaval, quando os blocos caricatos desfilam pelas ruas, durante os quatro dias de festa, atraindo milhares de turistas foliões.
 Durante a Quaresma e a Semana Santa, a cidade se volta para os festejos religiosos, os habitantes e turistas participam das procissões, que relembram as cenas da Paixão de Cristo, nesse período, todas as igrejas históricas ficam abertas à visitação.

PONTE DA CADEIA

A história de São João del-Rei começou em 1704, quando o Brasil ainda era colônia de Portugal. Na época, o local recebeu o nome de Arraial Novo Rio das Mortes e seu solo foi intensamente explorado devido à grande quantidade de ouro encontrada. Em 1713, para presentear Dom João V, Rei de Portugal, o Arraial foi nomeado Vila de São João del-Rei.  
Característica marcante da cidade, as igrejas começaram a ser construídas no estilo barroco mineiro, a partir do século XVIII, algumas delas chamam a atenção pelos seus altares dourados, com detalhes da arquitetura da época e ornamentados com ouro.




MONUMENTOS RELIGIOSOS


Capela de Nossa Senhora das Dores


Construída em estilo neo-gótico, a única da cidade nesse estilo inaugurada em 03 de março de 1918, a fachada finamente ornamentada apresenta pórtico central com postigos no primeiro e segundo andar e torre sineira marcada pela intensa verticalidade de sua cúpula.


Igreja Nossa Senhora das Mercês

Estilo barroco surpreende pela torre lateral ligada ao corpo da igreja por um estreito corredor, a primitiva capela foi construída em 1751. Em 1853, construção da atual igreja, em 1877, construção da Capela-mor, sacristia, consistório e corredor lateral.


Igreja de São Francisco de Assis

Um dos mais belos templos coloniais de Minas Gerais com estilo Rococó, a Igreja de São Francisco de Assis teve a construção iniciada em 1774, e, a autoria do projeto é um dúvida que envolve dois grandes artistas da época: Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e Francisco de Lima Cerqueira. A igreja é dotada de um adro, que é uma "área" muito grande em volta de toda a igreja, delimitado por balaústres (tipo um muro) de mármore branco vindos de Portugal, com parapeito de pedra azul, até determinado ponto e daí em diante por balaústres e parapeitos de cimento.

As ombreiras da porta são feitas em um bloco inteiriço de pedra e como que formando linhas verticais escalonadas, acontecendo o mesmo com a padieira, em forma de arco abatido estilizado e adornado de mimosos ramalhetes, ao centro estão três cabeças de anjos, dispostas em forma de trevo.

A capela-mor, com cerca de 16 metros de comprimento por 8 de largura, tem a forma quadrangular e em linhas retas, enquanto o corpo da igreja tem as paredes ligeiramente curvas. O retábulo do altar-mor é de talha dourada, bem assim as saliências ornamentais do teto desta pequena nave, os degraus que dão acesso ao plano mais elevado onde se encontra o altar-mor são de cantaria, assim como todo o piso. O frontão ou parte superior do retábulo compõem-se de bonita escultura em relevo, representando a Santíssima Trindade.
As colunas torças têm as bases em espiral estriadas e os fustos espiralados são ornados por festões dourados, os capitéis finamente talhados coroam de forma magnífica este trabalho.


Igreja de Nossa Senhora do Carmo


Erguida na fase áurea do rococó, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo traz inovações do estilo: a portada ricamente elaborada por elementos escultóricos e as torres octogonais ligeiramente recuadas do plano da fachada.
O interior apresenta obra de talha de magnífica execução, mas sem o douramento comum às igrejas coloniais mineiras. Tendo como diretor das obras e seu artífice, o grande mestre português Francisco de Lima Cerqueira.
A portada é uma obra de arte esculpida em esteatita e de apurado gosto com ornatos que se distribuem harmonicamente por toda sua estrutura, as colunas que se encontram nas ombreiras têm o fustes formados de volutas e contravolutas, no terço superior encontra-se uma cabeça de querubim alado, assentados sobre os capitéis acham-se anjos com asas de manto, que sustentam escudos e bentinhos.

Altar Mor

O altar-mor é muito bonito. Seu retábulo é mais simples e sóbrio, sem excesso de ornamentação, suas colunas são em fuste estriado com capitel da ordem compósita e se encontram uma de cada lado da abertura do trono. Entre essas colunas e pilastras estilizadas quase junto às paredes laterais estão às peanhas com dossel e fundo de cortinas onde se encontram as imagens de Santo Elias e Santa Teresa de Jesus, uma rica e burilada banqueta de prata ornamenta o altar-mor, menor que a da Catedral, mas muito bonita.


IGREJA NOSSA SENHORA DO PILAR


MONUMENTOS


Chafariz da Legalidade


Construído em 1834 pela Câmara Municipal, o chafariz serviu para registrar um fato histórico: São João Del Rei foi capital provisória da Província de Minas Gerais em 1833, em decorrência de uma sedição militar ocorrida em Vila Rica.


MUSEU DE ARTE SACRA
A segunda antiga cadeia fica à frente da capela da piedade por onde uma das janelas os presos podiam assistir à missa.


CASA DO BARÃO DE ITAMBÉ - ESTILO COLONIAL
EDIFÍCIO DE ESTILO ECLÉTICO
MUSEU REGIONAL
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA


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