Quando comprei “O mil dias em Veneza”
de Marlena de Blasi ainda estava enlevada com o livro “Aconteceu em Paris” de
Molly Hopkins, comecei a le-lo com o mesmo entusiasmo que quando estava
revirando as paginas de Molly, mas o ânimo foi diminuindo a cada virada de
pagina, o enredo do livro é bom mas sua maior parte é descritiva demais para
coisas simples.
O livro é uma autobiografia da
autora, uma jornalista gastronômica americana, chef de cozinha e de meia idade
que sempre viajava a Veneza a procura de pautas para escrever, quando em uma de
suas viagens conhece um veneziano se apaixona e quando percebe já esta casada
com ele e morando na Itália deixando para trás amigos, filhos, a casa que
sempre amará e sua carreira. Narra suas dificuldades ao chegar à cidade, como
se adaptou a ela e a seu estranho,com línguas e culturas diferentes com o
desenrolar da historia eles superam as dificuldades e conseguem ser felizes e
se encontrarem um no outro.
Um enredo lindo e interessante, mas
frustrou as minhas expectativas, onde as paginas foram escritas para encher lingüiça,
Veneza é enaltecida por todo o livro enquanto a parte gastronômica sem nada de se
enlevar, terminei-o porque acreditava num bom desfecho mas foi só engano de um
livro de um amor verídico sem tão mal desenrolado.

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