quinta-feira, 25 de junho de 2015

ITÁLIA, ÍNDIA E INDONÉSIA




Décimo primeiro livro do ano, ‘Comer, rezar e amar’ é simplesmente incrível com uma narrativa sucinta e delicada, onde não tem aquela parte chata em que todos os livros obrigatoriamente parecem ter.

Uma narrativa autobiográfica da autora que reserva um ano de sua vida para si é o que todos sonham, mesmo que sua vida esteja a mil maravilhas é sempre bom você se conhecer, não olhar pra trás e sim para o lado para saber o que esta faltando em sua vida e buscá-lo antes de precisá-lo, não da forma que Liz Gilbert fez depois de um casamento desfeito onde seus pensamentos durante toda viagem volta e meia se volta para ele.

A primeira parte do livro se passa na Itália, lugar que ela descobre o prazer de comer, de amizades, de conhecer uma nova língua e arquitetura.

A segunda parte já na Índia ela encontra um espaço para meditar e se encontra com Deus com um cotidiano totalmente diferente que ela já viveu se torna difícil para ela se adaptar mais novamente seus novos amigos a ajudam a encontrar o equilíbrio que ela tanto procura.

Já a terceira que se passa na Indonésia contrariando todas as pessoas que leram o livro para mim é a fusão das duas primeiras viagens, ela encontra o amor, de um lugar já visitado mais ela encontra um novo caminhar sobre o espaço em que ela percorre durante os seus quatro últimos meses de viagem, o prazer novamente a consome de novas amizades, que dessa vez ela os chama de família, as facilidades e dificuldades de um lugar, o equilíbrio com Deus e consigo mesma e o amor que ela descobre que não precisa prender para saber se amar e ser amada.



Assisti também ao filme, apesar de ser protagonizada por Julia Robert, uma magnífica atriz, não me encantou tanto como encantou o livro, mas ele é rico e singelo e foi para mim só a contestação de que ‘POR FAVOR, POR FAVOR, COMPRE O BILHETE’ rsrs... Quem leu o livro entendera.

P.S. baixei o livro na internet e estou me sentindo mal, uma obra dessas vocês tem que ter em sua estante, mas por motivos de tempo, dinheiro e ansiedade me levaram a fazer isso.


sábado, 20 de junho de 2015

TIÃO: DO LIXÃO AO OSCAR




“A realização de um sonho é um passo que você dara no invisível, você não sabe o que tem mais a frente mas você tem que da esse passo para realizá-lo.” TIÃO

Essa frase Tião Santos me disse em novembro do ano passado em um fórum sobre sustentabilidade aqui em Fortaleza na qual ele participava, não pude assistir sua palestra por questões de horários, mas os quinze minutos que passei ao seu lado conversando foram incríveis, ao lado estava um rapaz que tem um projeto no Cuca barra e uma moça, que pasmem da minha terrinha maranhão que veio morar em Fortaleza a procura de vitorias, fiquei amigos dos dois e converso com eles através de redes sociais.



Conheci o documentário “Lixo extraordinário” no meu primeiro semestre da faculdade quando professora que dava a cadeira de meio ambiente e turismo sustentável nos indicou para assistirmos, muito cansada, pois ainda não estava acostumada com a rotina assistir e me apaixonei, meses depois encontrei o Tião Santos e adquiri seu livro.

O livro nada mais é que sua biografia narrada começando na primeira vez que ele pisou no lixão, seu caminho, seus desvios, a chegada à cooperativa ate o documentário e após ele. Simplesmente penetrante o livro não se tornou cansativa para mim apesar de ter lido ele no final do semestre da faculdade com trabalhos e apresentações não desisti dele, pelo contrario ele foi meu salvador naquele momento contra o meu estresse que estava em alta.

A vida de Tião é uma historia de cidadania  e esperança, não se deixando abater pela sua condição ele não olhava pra trás sempre seguido em frente, quando via algo que não o levaria a nada ele se desvencilhava e buscava um novo rumo e coisas que ele havia deixado de lado ele resgatava novamente para ser usado em seu futuro próximo, um exemplo seus estudos que ainda hoje ele esta conquistando aos poucos.

Enfim #Recomendo não só o livro como o documentário, porque o difícil para essas pessoas não é nascer no lixo, difícil é não virar lixo!




quinta-feira, 11 de junho de 2015

O GUIA É INCORRETO MESMO






                 Todos os anos de estudos, todas as aulas de historia que você assistiu cai por terra quando lê esse livro. O “Guia politicamente incorreto da Historia do mundo” me fez ficar em duvida na historia da humanidade.

                Quando o vou comprar livro leio o resumo dele na parte de trás, alguns tem alguma critica, outro um resumo e outros as palavras do autor. Nesse em especial me encantou a capa, eu viciada em historia quis logo compra-lo, li o resumo e me apaixonei, com a minha mais nova mania de ler dois ou três livros ao mesmo tempo tive que terminar um para partir para ele.

                Nero não colocou fogo em Roma, é assim que começa o livro e as minhas duvidas em relação a Historia, e sim a população. A revolução industrial foi a melhor coisa que aconteceu aos pobres da humanidade me fez repensar, foi nessa época o surgimento do Turismo com a criação da primeira CVC de Thomas Cook, mas o capitulo dizendo que a Revolução Industrial acabou com o trabalho infantil me rendeu insônia na madrugada. Hitler tem seus méritos ele chegou onde queria sozinho, desculpem, mas virei fã dele. Gandhi um racista, e costumava dormir nu com moças jovens como experiências de celibato. O lado oculto de Madre Teresa de Calcuta é um livro que estou procurando depois de ler sua parte sádica.

                A revolta dos estudantes franceses em 1968 me fez ri um pouco, enquanto o capitulo de ‘os agrotóxicos salvaram florestas e bilhões de vidas’ me fez ver que o nosso ídolo deveria ser um homem que trabalhou no mesmo dia do enterro da esposa que se suicidou por ver seu marido na guerra deixando em casa sozinho seu filho de 12 anos, Fritz Haber.

                O livro não desconstrói os personagens, apenas mostra a outra face da Historia que pode ter sido inventada para nos orgulharmos dela, pode ter heróis bons para que sirvam de referencia, mas nem sempre pode esconder a verdade por muito tempo.  

segunda-feira, 8 de junho de 2015

ESTOU EM 1822 AGORA






Não fiz nenhuma resenha e não falei absolutamente nada dos três últimos livros que li pelo simples motivo dos trabalhos da faculdade que foram muito intenso nos dois últimos meses, por isso, agora irei emitir minha opinião sobre eles, não no instagram e sim aqui e será desse jeito a partir de agora. Começando então com o 1822.

O livro 1822 é o segundo livro da trilogia de Laurentino Gomes sucedendo o 1808 que para mim foi enriquecedor, detalhes impressionantes o que deixou bastante a desejar em 1822. Quem quiser lê-lo sem passar pelo o primeiro livro pode ser feito esse pulinho tranquilamente, já que ele começa resumindo o 1808. Ele é interessante de ler pelo motivo de ser uma narrativa continua obedecendo a ordem cronológica e relembrando acontecimentos que foram ditos anteriormente ligando-se aos narrados no momento. O 1822 segue a mesma linha que o 1808, mas não é tão impregnatico assim, os capítulos são divididos por acontecimentos, alguns deles pequenas biografias dos protagonistas, Maria Leopoldina, a princesa triste, foi a principal aliada da independência, ao invés de Jose Bonifácio, o homem sábio, a Marquesa, a ambiciosa da historia e Cochrane que eu não conhecia, mas passei a admirar esse louco por dinheiro que fazia de tudo para enriquecer com muita consciência.

Sem mais, estou esperando o preço do livro 1889 baixar para terminar essa trilogia.