Décimo primeiro
livro do ano, ‘Comer, rezar e amar’ é simplesmente incrível com uma narrativa sucinta
e delicada, onde não tem aquela parte chata em que todos os livros
obrigatoriamente parecem ter.
Uma narrativa autobiográfica
da autora que reserva um ano de sua vida para si é o que todos sonham, mesmo
que sua vida esteja a mil maravilhas é sempre bom você se conhecer, não olhar
pra trás e sim para o lado para saber o que esta faltando em sua vida e buscá-lo
antes de precisá-lo, não da forma que Liz Gilbert fez depois de um casamento
desfeito onde seus pensamentos durante toda viagem volta e meia se volta para
ele.
A primeira
parte do livro se passa na Itália, lugar que ela descobre o prazer de comer, de
amizades, de conhecer uma nova língua e arquitetura.
A segunda
parte já na Índia ela encontra um espaço para meditar e se encontra com Deus
com um cotidiano totalmente diferente que ela já viveu se torna difícil para
ela se adaptar mais novamente seus novos amigos a ajudam a encontrar o equilíbrio
que ela tanto procura.
Já a terceira
que se passa na Indonésia contrariando todas as pessoas que leram o livro para mim é a
fusão das duas primeiras viagens, ela encontra o amor, de um lugar já visitado mais
ela encontra um novo caminhar sobre o espaço em que ela percorre durante os seus
quatro últimos meses de viagem, o prazer novamente a consome de novas amizades,
que dessa vez ela os chama de família, as facilidades e dificuldades de um
lugar, o equilíbrio com Deus e consigo mesma e o amor que ela descobre que não precisa prender
para saber se amar e ser amada.
Assisti também
ao filme, apesar de ser protagonizada por Julia Robert, uma magnífica atriz,
não me encantou tanto como encantou o livro, mas ele é rico e singelo e foi
para mim só a contestação de que ‘POR FAVOR, POR FAVOR, COMPRE O BILHETE’
rsrs... Quem leu o livro entendera.
P.S. baixei o
livro na internet e estou me sentindo mal, uma obra dessas vocês tem que ter em
sua estante, mas por motivos de tempo, dinheiro e ansiedade me levaram a fazer
isso.






